Os Sigur Rós acabam de anunciar dois grandes concertos em Portugal. A banda islandesa atua, no dia 13 de setembro, no Coliseu Porto AGEAS, e no dia 17 de setembro no Sagres Campo Pequeno, acompanhada pela Orquestra Sinfonietta de Lisboa e pelo Coro Ricercare.
Os espetáculos de Lisboa e do Porto fazem parte de uma digressão mundial única, na qual Sigur Rós se apresentam ao lado orquestras locais para tocar o seu mais recente álbum, ÁTTA, ao mesmo tempo que revisitam alguns dos momentos mais marcantes da sua carreira. O alinhamento inclui também temas de Takk…, um dos discos mais acarinhados da banda, que celebra este ano 20 anos desde o seu lançamento.
Kjartan Sveinsson, responsável pelo piano, diz: "Estamos muito animados para voltar aos concertos com orquestra em setembro. É sempre muito especial estar no meio de uma orchesta, rodeado por tantos músicos fantásticos, com quem temos tocado nos últimos quatro anos."
Desde 2022, os Sigur Rós passaram a integrar o acompanhamento de orquestra como um dos elementos centrais dos seus concertos e, desde então, os três membros da banda tocam ao lado orquestras completas em grandes salas de espetáculo por toda a Europa e América do Norte.
Descritos como "uma expressão de beleza quase além da compreensão", os concertos de Sigur Rós são simultaneamente intensos e indescritíveis. E é isso que esperamos dos dois concertos da banda, em Portugal, no dia 13 de setembro no Coliseu Porto AGEAS e no dia 17 de setembro no Sagres Campo Pequeno.
O grupo Sigur Rós fez uma parceria com a PLUS1 para apoiar a War Child. 1euro de cada bilhete vendido será destinado à War Child, que trabalha para proteger, educar e defender os direitos de crianças afetadas pela guerra. www.warchild.org.uk
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There aren't many bands that I'd fly from LA to Iceland to see, but Sigur Rós is not just any band. And 11 hours of flying is a small price to pay to see one of the best live bands on the planet.
Sigur Rós deliver shows that will make you feel everything - from beautiful melancholy to dizzying euphoria. Often accompanied by a full range of string and horn sections, the cinematic scope of their music is the perfect metaphor for the dazzling landscapes of their native Iceland. The term "other worldly" is a bit overused these days, but it couldn't be more appropriate here.
One of the few bands that I will make sure I see every time they are in town, Sigur Rós is a worldly treasure.